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Tecnologia Internet

Delegado alerta para riscos de crianças na internet e pede a pais que fiquem atentos

O coordenador das delegacias especializadas de Teresina, delegado Matheus Zanatta, fez um alerta para que pais fiquem atentos ao que os filhos estão acessando na internet.

10/06/2021 07h48
Por: Nunes
DIVULGAÇÃO\ INTERNET
DIVULGAÇÃO\ INTERNET

O coordenador das delegacias especializadas de Teresina, delegado Matheus Zanatta, fez um alerta para que pais fiquem atentos ao que os filhos estão acessando na internet.  Nesta quarta-feira (9) o Piauí participou da Operação Luz na Infância,  que apura crimes de abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes na web, e um mandado de busca e apreensão foi cumprido em Teresina. 

Matheus Zanatta ressalta que, devido à pandemia de Covid-19, as crianças estão ficando mais tempo em casa utilizando internet, o que as tornam mais sucessíveis a  serem vítimas de crimes de abusos de exploração sexual na web. 

“As vítimas geralmente são abordadas em redes sociais onde o investigado faz a cooptação dessa crianças, ganhando a confiança, e às  vezes, tendo encontros pessoais, pedindo fotos pela internet dessas crianças ou adolescentes. O crime se configura quando o investigado tem em seus dispositivos, hds ou notebook, cena de sexo explícito ou pornografia envolvendo criança ou adolescente”, explica o delegado Zanatta.

O coordenador das delegacias especializadas ressalta que é dever do poder público e da sociedade protegerem as crianças.

“Na pandemia as crianças tão ficando mais dentro de casa. Ficando mais tempo na internet até para assistir aulas online. Os pais devem ficar atentos para que elas não sejam vitimas desse crime”, alerta.

O delegado explica, ainda, que além de armazenar, compartilhar o conteúdo de exploração sexual infantil também crime. “Se receber, deve excluir de seus dispositivos”, conta.

Oferecer, trocar, disponibilizar, transmitir, distribuir, publicar ou divulgar por qualquer meio, inclusive por meio de sistema de informática ou telemático, fotografia, vídeo ou outro registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente tem como  pena reclusão, de 3 a 6 anos e multa. 

Aliciar, assediar, instigar ou constranger, por qualquer meio de comunicação, criança, com o fim de com ela praticar ato libidinoso tem como pena reclusão de 1 a 3 anos.

 

 

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