Revista Advogada
Congresso

Congresso brasileiro que conecta Direito das Famílias e as vulnerabilidades

Busca promover um debate jurídico sobre os vulneráveis na atualidade.

17/10/2019 16h16Atualizado há 1 mês
Por: Redacao
Fonte: IDBFAM

Acontece nos dias 16, 17 e 18, o XII Congresso Brasileiro de Direito das Famílias e Sucessões: Famílias e Vulnerabilidades, realizado no Sesc Palladium, em Belo Horizonte. O evento, promovido pelo Instituto Brasileiro de Direito de Família - IBDFAM e que conta com a participação de 1.500 pessoas, busca promover um debate jurídico sobre os vulneráveis na atualidade, ampliando o tema e debatendo possibilidades de colocar essas pessoas no patamar de igualdade de direito dos demais.

Na conferência de abertura do evento, a magistrada Andréa Pachá, diretora nacional do IBDFAM, expôs a necessidade e a importância de uma discussão maior e mais aprofundada sobre os temas pautados, enfatizando o momento vivido pela sociedade atualmente.

“Para mim é uma emoção enorme, nesse ano em que completo 25 anos de magistratura, poder abrir o Congresso do IBDFAM. Estou super ansiosa para o evento porque eu penso que é um tema de extrema importância no momento que estamos vivendo e é de muita coragem do IBDFAM, como sempre, enfrentar as pautas necessárias nas defesas dos vulneráveis”, afirmou.

Rodrigo da Cunha Pereira, advogado e presidente nacional do IBDFAM, em seu discurso de abertura do evento, destacou que os temas que serão levados ao palco, nesta edição, traduzem a íntegra da diversidade das famílias no contexto do estado democrático de direito.

“O IBDFAM é o espaço da democracia e aqui há lugar para todas as ideias. Jamais seremos uma instituição de uma ideia só. A democracia se consolida a partir do respeito das liberdades individuais e coletivas. E esse respeito inclui garantir a liberdade de expressão das pessoas de constituírem as suas famílias. Precisamos reafirmar que a felicidade, a autonomia privada, a circulação dos afetos são elementos integrantes e constitutivos da democracia contemporânea. Cabe ao Estado garantir a liberdade e autonomia privada”, enfatizou.

Dra. Cláudia Paranaguá, advogada e membro fundadora do IBDFAM-Piauí, participa representando o estado ao lado da Dra. Sleila de Andrade, defensora pública e mebro da atual diretoria do IBDFAM-PI. 

 

Nenhumcomentário
500 caracteres restantes.
Seu nome
Cidade e estado
E-mail
Comentar
* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou com palavras ofensivas.
Mostrar mais comentários