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Piauí PESTE SUÍNA

Adapi realiza busca de possíveis focos de Peste Suína

A Adapi alerta aos produtos que identificarem sintomas clínicos da doença nos animais.

22/11/2020 09h05 Atualizada há 2 semanas
Por: Redacao
Foto: reprodução/ divulgação
Foto: reprodução/ divulgação

Após quase um ano do ultimo registro da Peste Suína Clássica (PSC), o Piauí voltou a registrar focos na doença na região norte do estado. O gerente de Defesa Animal da Agência de Defesa Agropecuária do Piauí (Adapi), José Idilio Moura, relatou que o Brasil é dividido em duas áreas: a área não livre, que compreende os estados do Norte e Nordeste; e a área livre (da PSC) que envolve os estados do sul, sudeste, centro-oeste. 

Em outubro, foram apresentados dois focos, um na cidade de Parnaíba e outro em Luís Correia. Cerca de 50 animais foram sacrificados em cada foco, o transito de animais suínos ficaram suspeitos nas propriedades que registraram casos da doença.

A Agência de Defesa Agropecuária do Piauí (Adapi), alerta aos produtos que identificarem sintomas clínicos da doença nos animais devem comunicar imediatamente para que as providências necessárias sejam tomadas.  

Sobre a doença

A peste suína africana (PSA) é uma doença altamente contagiosa, causada por um vírus composto por DNA fita dupla, pertencente à família Asfarviridae. A doença não acomete o homem, sendo exclusiva de suídeos domésticos e asselvajados (javalis e cruzamentos com suínos domésticos).

SINTOMAS: Hemorragia, que pode levar à morte; febre alta; falta de coordenação motora; orelhas e articulações azuladas; vômitos, diarréia; falta de apetite; esterilidade e abortos; leitões natimortos ou com crescimento retardado. Entre as características da doença estão também o agrupamento de animais nos cantos das pocilgas e a morte após quatro e sete dias do início dos sintomas.

CONTAMINAÇÃO: Alimentos ou água contaminados; animais infectados; veículos e instalações contaminados; contato com cadáveres de animais infectados; equipamentos contaminados, roupas e calçados de indivíduos que mantiveram contato direto com animais doentes ou em período de incubação da doença (em geral a incubação é de 4 a 6 dias, com um intervalo de oscilação de 2 a 20 dias).

PREVENÇÃO: Separação das instalações nas diferentes fases de criação; cercas adequadas que evitem a entrada de animais; limpeza e desinfecção das instalações e dos veículos que transportam animais; conhecimento da origem de animais adquiridos e quarentena dos mesmos; limpeza e desinfecção das mãos e botas das pessoas que lidam com os animais.

 

 

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