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Economia NOVO AUXÍLIO

Novo auxílio emergencial "PODE" ter 12 parcelas de R$ 300 neste ano

Beneficiário tem que morar em município que implementou medida restritiva ao comércio e circulação de pessoas, gerando interrupção das atividades econômica

24/02/2021 16h28
Por: Redacao
Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil
Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

O auxílio emergencial socorreu milhares de famílias no ano passado diante do cenário de desemprego criado pela pandemia da covid-19.

O benefício acabou no fim do ano passado e está em discussão proposta para estender o auxílio por mais alguns meses.Uma das propostas em tramitação é o na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 202/21, que cria um novo auxílio emergencial no valor de R$ 300, a ser pago em 12 parcelas mensais até 31 de dezembro de 2021.

A proposta é de autoria do deputado Sidney Leite (PSD-AM) e complementa a Lei 13982/20, que instituiu o benefício em abril do ano passado e estabelece as regras para o seu recebimento.

A proposta cria algumas condicionantes para o pagamento do auxílio, entre as quais, a de que o município de residência do beneficiário tenha implementado medidas restritivas ao comércio e a circulação de pessoas, gerando interrupção das atividades econômica.

Segundo a Agência Câmara de Notícias, o deputado Sidney Leite lembra que o impacto do auxílio emergencial na economia do País foi de 2,5% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro de 2019.

O efeito, segundo ele, foi ainda mais significativo nas regiões Norte e Nordeste, onde em média o benefício representa 4,8% e 6,5% do PIB da região respectivamente. “O auxílio emergencial tem um impacto significativo, porque tem efeito multiplicador.

É um programa de transferência de renda direta para a população, sem vinculação a nenhuma contrapartida que possa vir a atrapalhar a distribuição e chegada dos recursos na ponta, gerando efeitos em todos os segmentos econômicos, num momento em que várias atividades foram paralisadas em função da pandemia do novo coronavírus”, observa o deputado. 

 

FONTE: ISTOÉ  

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